ARQUITETANDO POR AÍ

ARQUITETANDO POR AÍ
O assunto aqui é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Mas, como assim? Alinhando conhecimentos arquitetônicos a técnicas de organização, espaços residenciais ou comerciais são reestruturados com custo bem inferior ao imaginado. Independente do tamanho da sua necessidade, conheça um pouco dessa história e encontre respostas. Aguardo você...
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07/10/2018

DEVER CUMPRIDO



Ordem e progresso!




Votei!!!! Sensação boa de que um novo futuro começa a se desenhar para o Brasil. Obrigada pela linda imagem, Luciana Armitage! Organizemo-nos... 





Fonte imagem: GOOGLE

08/04/2018

DOMINGO ESPERANÇA



Flash da minha geladeira!





Sim! Amanhecemos diferentes. Ainda que o caminho para a reconstrução de um país (e a consciência de um povo!) seja longo, hoje, esperança define a maioria dos habitantes desse imenso território chamado Brasil. Desde já, cada um de nós tem a obrigação de fazer algo diferente. Não só podemos, como devemos. Meu status atual? Mente em ebulição!





Presente da Harmo...




Domingo, aqui, é o primeiro dia útil da semana. Nele, sempre há um momento para definirmos a programação doméstica. Além de facilitar a vida de todos, com a nossa rotina definida, sou 100% disponibilidade para organizar as de vocês. E, bem no momento da organização do nosso cardápio, lembrei desses parceiros nota 10: @lojaharmo.organize.








Há tempos colados, temos um combinado secreto. Todos os clientes à eles direcionados pelo arquitetando por aí, além dos descontos já programados pela loja, têm mais 10%. Abrir mão dessa bonificação foi a fórmula encontrada para que vocês possam adquirir produtos organizadores sem pesar tanto nos orçamentos. Visando, claro, melhorar resultados!




O mapa da mina!




Sobre a Harmo, apenas direi que seus produtos, além de originais, são de muito boa qualidade e podem ser solicitados em consignação. Como sempre, Anne e Maurício estão de prontidão para os auxiliar. Vão lá no insta e, qualquer dúvida, sugiro que se comuniquem via whatsApp. Eles não deixam cliente algum sem resposta. Organizem-se já!!   




Fonte imagens: ARQUIVO PROFISSIONAL E INSTAGRAM

08/02/2015

PULANDO O CARNAVAL



"Inteligência é a habilidade de adaptação à mudanças."
Stephen Hawking





Às vésperas do carnaval, tarde de sábado, ideia nenhuma. Diante da falta de esperança com a divulgação de barbaridades do atual governo contra o povo brasileiro, falar o que sobre organização? Para piorar, nos meus círculos de amizade, trata-se pouquíssimo sobre Carnaval. Então, pensei: são tantos os brasileiros na mesma "vibe" que poderíamos tentar encher todas as salas de cinema do país. Quem sabe um PROTESTO CULTURAL?




 
O filme





Logo no início da semana, chegando de uma viagem bem corrida, recebo uma ligação de uma amiga muito querida. "Você não pode perder o filme a Teoria de Tudo!" Ainda me situando na rotina, percebi estar diante de uma intimação telefônica. Com o pouco que sabia sobre a vida do brilhante cientista Stephen Hawking, tinha que conferir. E para a minha grata surpresa, o filme britânico foi uma lição de organização do início ao fim. 





O livro


 
 

Baseado no livro homônimo de  Jane Hawking, A Teoria de Tudo (The Theory of Everything) mostra como o jovem astrofísico, divinamente interpretado pelo ator Eddie Redmayne, fez descobertas sobre o tempo. Além de retratar a força de um amor transformador vivido com a esposa Jane Wide, "incorporada" pela atriz Felicity Jones, revela a descoberta e o desenvolvimento de uma doença motora degenerativa nos seus 21 anos.
 








 
"Eu acho que as pessoas têm o direito de encerrar a própria vida,
se quiserem. Mas acho que seria um grande erro.
Não importa quanto a vida possa ser ruim,
sempre existe algo que você pode fazer, e triunfar.
Enquanto há vida, há esperança."
 
Stephen Hawking
 



Uma belíssima história de amor incondicional, perseverança e coragem. Confirmado que, diante de dificuldades, desistir jamais deve ser opção. Valendo para TODOS! Preciso dizer que amei? Organizem-se...



Fonte imagens: INTERNET

27/10/2013

ESPERANÇA


Desnecessário comentar...




Semana difícil, concentração comprometida, coração apertadinho. Completamente extasiada diante do maior exemplo de mobilização solidária por mim testemunhado até então, fico a perguntar: o que nos leva a colocarmos de lado a organização dos nossos dias, ainda que por um período, visando apenas o amparo ao próximo!? Por que será que poucos de nós conseguem se colocar no lugar do outro!? Ainda que com a cabeça a mil, lembrei-me de um texto sensacional. Nesse domingo de reflexão, reproduzo-o aqui, visando elucidarmos essas e muitas outras questões.




SISTERS


Sempre que chega o Dia Internacional da Mulher, procuro fugir do discurso de vitimização que a data invoca. Não que estejamos com a vida ganha, mas creio que as mulheres já mostraram a que vieram e as dificuldades pelas quais passamos não são privilégio nosso: injustiça e violência são para todos. Temos, ainda, o grande desafio de conciliar as atividades domésticas com a realização profissional, e precisamos, naturalmente, da parceria do Estado e da parceria dos parceiros: ser feliz é um trabalho de equipe. Mas não vou utilizar o 8 de Março para colocar mais água no chororô habitual. Prefiro aproveitar a data, esse ano, para fazer um brinde à nossa importância não para a sociedade e nem para a família, mas umas para as outras.
Assistindo em DVD ao delicado filme Caramelo, produção franco-libanesa do ano passado, tive a sensação boa de confirmar que o tempo passa, os filhos crescem, os corações se partem, mas as amigas ficam. Como todos os filmes que abordam a amizade e a solidão intrínseca de toda mulher, Caramelo nos consola valorizando o que temos de melhor: a nossa paixão, a nossa bravura ("sou mais macho que muito homem") e o bom humor permanente, mesmo diante de tristezas profundas.
No filme, elas são cinco: a amante de um homem casado, a que tem pavor de envelhecer e por conta disso se submete a situações humilhantes, a garota muçulmana com casamento marcado que precisa esconder do noivo que não é mais virgem, a enrustida que se sente atraída por outras mulheres e a senhora que desistiu de investir no amor para cuidar da irmã mais velha, que é mentalmente perturbada. Todas diferentes entre si e todas iguais a nós: mulheres conflituadas, mas que podem contar umas com as outras em qualquer circunstância.
Recentemente recebi por e-mail um texto anônimo, em inglês, que falava justamente sobre isso: precisamos de mulheres a nossa volta. Amigas, filhas, avós, netas, irmãs, cunhadas, tias, primas. Somos mais chatas do que os homens, porém, entre uma chatice e outra, somos extremamente solidárias e companheiras de farras e roubadas. Esquecemos com facilidade as alfinetadas da vida e temos sempre uma boa dica para passar adiante, seja a de um filme imperdível, de uma loja barateira ou de uma receita para esquecer da dieta. Competitivas? Talvez, mas isso não corrompe em nada a nossa predisposição para o afeto, a nossa compreensão dos medos que são comuns a todas, a longevidade dos nossos pactos, o nosso abraço na hora da dor, a nossa delicadeza em momentos difíceis, a nossa humildade para reconhecer quando erramos e a nossa natureza de leoas, capazes de defender não só nossos filhotes, mas os filhotes de todo o bando.
Aprendemos a compartilhar nossas virtudes e pecados e temos uma capacidade infinita para o perdão. Somos meigas e enérgicas ao mesmo tempo, o que perturba e fascina os que nos rodeiam. Brigamos muito, é verdade: temos unhas compridas não por acaso. Em compensação, nascemos com o dom de detectar o sagrado das pequenas coisas, e é por isso que uma amizade iniciada na escola pode completar bodas de ouro e uma empatia inesperada pode estimular confidências nunca feitas. Amamos os homens, mas casadas, mesmo, somos umas com as outras.

 
Martha Medeiros - 07.03.2010
 


 
E por que ESPERANÇA!? Penso ser o nome da luz que se acende dentro de nós quando, diante de dificuldades, certificamos-nos de não estarmos sós.
 
 
 
 
 
Fonte Imagem: INTERNET

22/09/2013

ESTRATÉGIAS PESSOAIS



Mais uma do Sponholz!!





Como descrever a semana?? Sem dúvida alguma, muito difícil. Além de todas as demandas pessoais e profissionais, nosso "desgoverno", não satisfeito com a carga que a população brasileira já carrega,  sempre encontra uma forma de nos surpreender negativamente, empurrando-nos para um buraco cada vez mais fundo. Onde encontrar forças para seguir em frente nas nossas rotinas, cumprindo com as obrigações, carregando a sensação de que estamos sempre "nadando contra a maré"!?
É nessa hora que precisamos recorrer às nossas estratégias pessoais: iniciativas salvadoras que, milagrosamente, nos mostram outras perspectivas, evitando o fundo do poço (ou seria mesmo do buraco!?). Pessoalmente, apelo para os livros, meus fieis companheiros de todas as horas, inclusive as de falta de fé nos nossos "desgovernantes". Apostando que ainda veremos uma UNIÃO POPULAR forte a ponto de colocar toda essa "CAMBADA" para correr, deixo-os com Martha Medeiros...
 
 


 

QUANDO DEUS APARECE



Tenho amigas de fé. Muitas. Uma delas, que é como uma irmã, me escreveu um e-mail poético, dia desses. Ela comentava sobre o recital que assistiu do pianista Nelson Freire, recentemente. Tomada pela comoção durante o espetáculo, ela finalizou o e-mail assim: “Nessas horas Deus aparece”.
Fiquei com essa frase retumbando na minha cabeça. De fato, Deus não está em promoção, se exibindo por aí. Ele escolhe, dentro do mais rigoroso critério, os momentos de aparecer pra gente. Não sendo visível aos olhos, ele dá preferência à sensibilidade como via de acesso a nós. Eu não sou uma católica praticante e ritualística - não vou à missa. Mas valorizo essas aparições como se fosse a chegada de uma visita ilustre, que me dá sossego à alma.
Quando Deus aparece pra você?
Pra mim, ele aparece sempre através da música, e nem precisa ser um Nelson Freire. Pode ser uma música popular, pode ser algo que toque no rádio, mas que me chega no momento exato em que preciso estar reconciliada comigo mesma. De forma inesperada, a música me transcende.
Deus me aparece nos livros, em parágrafos em que não acredito que possam ter sido escritos por um ser mundano: foram escritos por um ser mais que humano.
Deus me aparece - muito! - quando estou em frente ao mar. Tivemos um papo longo, cerca de um mês atrás, quando havia somente as ondas entre mim e ele. A gente se entende em meio ao azul, que seria a cor de Deus, se ele tivesse uma.
Deus me aparece - e não considere isso uma heresia - na hora do sexo, quando feito com quem se ama. É completamente diferente do sexo casual, do sexo como válvula de escape. Diferente, preste atenção. Não quer dizer que qualquer sexo não seja bom.
Nesse exato instante em que escrevo, estou escutando "My Sweet Lord" cantado não pelo George Harrison (que Deus o tenha), mas por Billy Preston (que Deus o tenha também) e posso assegurar: a letra é um animado bate-papo com Ele, ritmado pelo rock'n'roll. Aleluia.
Deus aparece quando choro. Quando a fragilidade é tanta que parece que não vou conseguir me reerguer. Quando uma amiga me liga de um país distante e demonstra estar mais perto do que o vizinho do andar de cima. Deus aparece no sorriso do meu sobrinho e no abraço espontâneo das minhas filhas. E nas preocupações da minha mãe, que mãe é sempre um atestado da presença desse cara.
E quando eu o chamo de cara e ele não se aborrece, aí tenho certeza de que ele está mesmo comigo.
 
 
Martha Medeiros - 03/08/2008





Concordando plenamente com Martha Medeiros, independente do nível de fé ou devoção, precisamos resgatar a presença de Deus nas nossas rotinas. Vencer dias sem esperança não é fácil. Mas, diante do que temos testemunhado, se as atitudes forem de dentro para fora, os resultados virão. Duvidam!? Ativem suas seleções musicais, fone nos ouvidos (caso não desejem contagiar os vizinhos!!) e, na companhia de Deus, tentem organizar um só compartimento dos seus armários pessoais...
 
 


 
E precisa descartar a camisa do Brasil!? Vergonha...




 
Então, percebendo os muitos benefícios do resultado positivo, é só mudar o alvo da organização e repitir a operação, quantas vezes forem necessárias. Mas e quanto à nosso "desgoverno"!? Só rezando...
 



 
Fonte imagens: INTERNET