ARQUITETANDO POR AÍ

ARQUITETANDO POR AÍ
O assunto aqui é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Mas, como assim? Alinhando conhecimentos arquitetônicos a técnicas de organização, espaços residenciais ou comerciais são reestruturados com custo bem inferior ao imaginado. Independente do tamanho da sua necessidade, conheça um pouco dessa história e encontre respostas. Aguardo você...
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10/08/2014

EXEMPLO







Desde que me entendo por gente, penso que com exemplos positivos a nos guiarem, viver deve ser uma tarefa bem mais prazerosa. Por isso, já  grandinha, quando a escolha de um companheiro passou a fazer parte dos meus pensamentos, acrescentei à minha "lista de exigências" um pré-requisito muito importante: aptidões para ser um bom pai. Assim, chegada a hora, depois dele já ter tocado o meu coração, percebi vestígios do item listado. Não deu outra, casei!! E as minhas suspeitas se confirmaram!!
Vivendo num mundo caótico, habitado por uma sociedade emocionalmente enferma, bons exemplos se tornaram cada vez mais raros. Focados no irrelevante, estamos deixando de lado o que, realmente, importa. Aqui chegamos e daqui partiremos sozinhos. Porém, entre os dois momentos, sem a participação do outro, a vida não faz sentido algum. Percebido isso, é de vital importância que ajustemos olhares e ações no reconhecimento dos nossos irmãos. Então, poderemos anunciar viver em comunidade.
Sabem aquele possível pai acima citado!? Hoje, exemplo para duas filhas adolescentes, não perde oportunidade alguma de participar da organização dos seus valores. Espectadora, lá no banco do carona, já presenciei, inúmeras vezes, situações acontecerem até mesmo no trânsito. Por isso, vasculhei a internet em busca de exemplos inspiradores para compartilhar aqui no ARQUITETANDO POR AÍ. Seguem cenas emocionantes, registradas no trânsito Russo. Feliz Dia dos Pais!! Aproveitem e inspirem-se... ❤











Fonte Imagem: INTERNET

04/05/2014

TRABALHANDO EM EQUIPE



Grande verdade!!

 

 
 

 

Manhã de sábado. A menos de 24hs da publicação semanal, o status permanece o mesmo: sem ideias. Definido apenas o título, inspirada por mais um período de surpresas, vou em busca de ajuda, não dos "universitários", mas, obviamente, dos gênios criativos da internet. Muitas imagens, muitas dicas, eis que, às 11:19hs, sou marcada numa publicação de uma amiga brasileira residente no México. Já conhecendo o seu apurado gosto musical, sedenta por um intervalo, clico no que me parecia ser mais uma apresentação original. Desconhecendo o trabalho da banda PATAX, vencida semana de emoção, não tive como conter as lágrimas.
Ao longo dos 7 minutos e 27 segundos anunciados, diante de uma obra prima musical, minha mente conseguiu unir elementos da apresentação com muita coisa da rotina de qualquer organização, numa harmonia perfeita entre vida e arte. Sensibilidade, criatividade, inovação, confiança, sincronia, cumplicidade, amor, sempre serão ingredientes fundamentais para que trabalhos em equipe sejam bem sucedidos. E penso que viver é o maior deles. Assim como na vida, também numa partitura musical, existem passos a serem seguidos. Porém, lindo de verdade, é ter o poder da improvisação e superação diante de tantas situações inesperadas.
 
 
 
 
 





Ao pesquisar sobre a criativa versão de Billie Jean, um dos muitos sucessos do cantor Michael Jackson, fica claro que o grupo, usando arranjos originais, onde os integrantes buscam comunhão ente o flamenco e o folclore afrocubano, dominam o trabalho em equipe. Liderados pelo percussionista e compositor Jorge Pérez,  um espanhol autodidata nascido em Boston, a banda de jazz PATAX segue no caminho da criatividade. Assim, penso que podemos ser criativos, não apenas nas nossas previsíveis rotinas, mas, diante das adversidades. Dessa forma, juntos, transformaremos "sucessos consagrados" em obras ainda melhores...





PATAX


Jorge Pérez: percussão (Espanha e EUA)
Federico Lechner: piano (Argentina)
Carlos Sánchez: baixo (Espanha)
Marcos Collado: guitarra (Espanha)
Valentín Iturat: batería (Espanha)
Fabrizio Scarafile: sax e flauta (Itália)
Roberto Pacheco: trombone (Espanha) 





Fonte: http://www.patax.es/

24/11/2013

DESCARTES SOLIDÁRIOS



Goedzak?? Mas do que se trata??




Semana difícil, coração apertado, tempo escasso. Eis que me deparo com uma publicação curiosa no facebook, postada por um ex-colega de faculdade. Na imagem, vários sacos de lixo aguardam a coleta em alguma calçada. Entre eles, em primeiro plano, um transparente com a estranha inscrição em destaque: goedzak. Apesar da minha enorme lista de a fazeres do dia, movida pela curiosidade, fui em busca de esclarecimento.
Compartilhado da fanpage da revista Vida Simples, publicação mensal da Editora Abril, notei a inscrição: "Holandeses criam um saco de lixo para as pessoas jogarem fora objetos que ainda podem ser úteis para outras pessoas." Combinação perfeita de simplicidade e genialidade. Ponderei com os meus botões: será que, agora, desenvolvimento é medido pela capacidade solidária da população, em lugar da renda per capita do pais?




Goedsak para descarte solidário na Holanda



 
Há poucos anos, fui recriminada por familiares quando, numa repreensão às minhas filhas, perguntei inflamada: "Num futuro bem próximo, para sobrevivermos, precisaremos apenas de oxigênio e solidariedade; poderiam me explicar qual a razão de insistirem em conflitos inúteis envolvendo bens materias!?" Extasiadas com a revelação, imediatamente, abandonaram a problemática anterior, preocupadas com o futuro citado. 
Diante da imagem, aproveitando o trabalho de pesquisa da revista, senti que precisava ir além. O que seria goedsak? Após consulta ao Google Tradutor, insatisfeita com o resultado, apelei para uma amiga muito especial. Tarefa cumprida, chega a resposta: "Trata-se de um trocadilho. Goedsak é uma expressão para alguém, completamente, do bem, sem más intenções. Significando, literalmente, saco bom." Para mim, saco do bem!

 
 

Criação do designer holandês Simon Akkaya
 
 
 
 
Obs.: Ainda que não tenhamos atingido esse nível de desenvolvimento, na busca de uma melhor organização, apelo para que não esqueçam da heterogênea população brasileira. O que não lhe serve mais, pode resolver o problema do próximo. Apesar de não termos a ajuda do Goedsak, apelemos para todos os meios possíveis, fazendo itens em bom estado chegarem onde ainda terão utilidade. Os meios são muitos. Precisando de ajuda/indicações, é só entrarem em contato. Será um prazer orientá-los!




Fonte imagens: INTERNET

27/10/2013

ESPERANÇA


Desnecessário comentar...




Semana difícil, concentração comprometida, coração apertadinho. Completamente extasiada diante do maior exemplo de mobilização solidária por mim testemunhado até então, fico a perguntar: o que nos leva a colocarmos de lado a organização dos nossos dias, ainda que por um período, visando apenas o amparo ao próximo!? Por que será que poucos de nós conseguem se colocar no lugar do outro!? Ainda que com a cabeça a mil, lembrei-me de um texto sensacional. Nesse domingo de reflexão, reproduzo-o aqui, visando elucidarmos essas e muitas outras questões.




SISTERS


Sempre que chega o Dia Internacional da Mulher, procuro fugir do discurso de vitimização que a data invoca. Não que estejamos com a vida ganha, mas creio que as mulheres já mostraram a que vieram e as dificuldades pelas quais passamos não são privilégio nosso: injustiça e violência são para todos. Temos, ainda, o grande desafio de conciliar as atividades domésticas com a realização profissional, e precisamos, naturalmente, da parceria do Estado e da parceria dos parceiros: ser feliz é um trabalho de equipe. Mas não vou utilizar o 8 de Março para colocar mais água no chororô habitual. Prefiro aproveitar a data, esse ano, para fazer um brinde à nossa importância não para a sociedade e nem para a família, mas umas para as outras.
Assistindo em DVD ao delicado filme Caramelo, produção franco-libanesa do ano passado, tive a sensação boa de confirmar que o tempo passa, os filhos crescem, os corações se partem, mas as amigas ficam. Como todos os filmes que abordam a amizade e a solidão intrínseca de toda mulher, Caramelo nos consola valorizando o que temos de melhor: a nossa paixão, a nossa bravura ("sou mais macho que muito homem") e o bom humor permanente, mesmo diante de tristezas profundas.
No filme, elas são cinco: a amante de um homem casado, a que tem pavor de envelhecer e por conta disso se submete a situações humilhantes, a garota muçulmana com casamento marcado que precisa esconder do noivo que não é mais virgem, a enrustida que se sente atraída por outras mulheres e a senhora que desistiu de investir no amor para cuidar da irmã mais velha, que é mentalmente perturbada. Todas diferentes entre si e todas iguais a nós: mulheres conflituadas, mas que podem contar umas com as outras em qualquer circunstância.
Recentemente recebi por e-mail um texto anônimo, em inglês, que falava justamente sobre isso: precisamos de mulheres a nossa volta. Amigas, filhas, avós, netas, irmãs, cunhadas, tias, primas. Somos mais chatas do que os homens, porém, entre uma chatice e outra, somos extremamente solidárias e companheiras de farras e roubadas. Esquecemos com facilidade as alfinetadas da vida e temos sempre uma boa dica para passar adiante, seja a de um filme imperdível, de uma loja barateira ou de uma receita para esquecer da dieta. Competitivas? Talvez, mas isso não corrompe em nada a nossa predisposição para o afeto, a nossa compreensão dos medos que são comuns a todas, a longevidade dos nossos pactos, o nosso abraço na hora da dor, a nossa delicadeza em momentos difíceis, a nossa humildade para reconhecer quando erramos e a nossa natureza de leoas, capazes de defender não só nossos filhotes, mas os filhotes de todo o bando.
Aprendemos a compartilhar nossas virtudes e pecados e temos uma capacidade infinita para o perdão. Somos meigas e enérgicas ao mesmo tempo, o que perturba e fascina os que nos rodeiam. Brigamos muito, é verdade: temos unhas compridas não por acaso. Em compensação, nascemos com o dom de detectar o sagrado das pequenas coisas, e é por isso que uma amizade iniciada na escola pode completar bodas de ouro e uma empatia inesperada pode estimular confidências nunca feitas. Amamos os homens, mas casadas, mesmo, somos umas com as outras.

 
Martha Medeiros - 07.03.2010
 


 
E por que ESPERANÇA!? Penso ser o nome da luz que se acende dentro de nós quando, diante de dificuldades, certificamos-nos de não estarmos sós.
 
 
 
 
 
Fonte Imagem: INTERNET

13/10/2013

DESABAFO



Apenas uma questão de ponto de vista...




12/10/2013, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e feriado nacional, desde 1980. Sem ideias, muito menos concentração, por conta dos acontecimentos recentes, já havia decidido: domingo não haverá post. Porém, ao sairmos para comemorar o, também, Dia das Crianças, resolvemos almoçar no restaurante Aogobom. Sem clima para grandes badalações, intencionalmente, chegamos cedo. Diante de uma comida chinesa à quilo da melhor qualidade, percebi na fila, uma única senhora, atrás do nosso grupo de quatro. Gentilmente, dirigi-me à uma das filhas: "Deixe a tia passar na frente para que ela não precise esperar por todos nós." Forte, bonita, saudável, aparentando, no máximo, seus 65 anos, tomando a dianteira da fila, a suposta gentil senhora se posiciona: "Eu não sou tia dela." E não satisfeita, confirma: "Ela não é minha sobrinha." Silêncio total. Impressionada com a falta de sintonia entre nós (para não dizer outra coisa!), sabem o que fiz?? Nada...
Somos todos vítimas do mundo moderno. Moramos num país sem rumo, sem exemplos, sem perspectivas. Invariavelmente, carregamos nossas fobias, paranoias, frustrações e sabe lá mais o que, seja qual for o destino. Enfrentamos, diariamente, trânsito caótico, violência, injustiças sociais, despesas crescentes. E, apesar de adultos,  não temos controle, muito menos, constrangimento algum em arremessar sobre o próximo tudo que não conseguimos solucionar ao longo de uma vida inteira. Assim, caminhamos para uma sociedade insustentável. Que fazer!? O mais rápido possível, precisamos aprender a distinguir as situações que valem das que não valem a pena gastarmos nossas valiosas energias. Passado o silêncio providencial, a dita senhora trocou seu prato de louça por uma quentinha, serviu-se e, num piscar de olhos, sumiu. Assim, o nosso almoço delicioso ocorreu na mais perfeita paz. Rezando que, para ela, tenha sido um excelente aprendizado. Que Deus a proteja!!


 

Exercício diário

 
 
 
Lembrei de um texto enviado, lá em 2011, por uma amiga muito especial...

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu. Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva. 
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "já!", instantaneamente, todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e os comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas, se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?" Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo? Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"
 
Segundo Giuliana Capello, jornalista ambiental, "Ubuntu fala sobre a noção de comunidade que, infelizmente, muitos de nós perdemos pelo caminho, em algum momento. É aquele sentimento de solidariedade, gentileza, respeito, tolerância e pertencimento que faz das relações, atitudes e comportamentos humanos experiências ricas, únicas, transcendentais."




Filosofia africana




Precisamos estar atentos às armadilhas do mundo moderno, sempre lembrando dos nossos sábios vizinhos africanos. Ainda que com as rotinas organizadas, diante dos dias caóticos que enfrentamos, numa fração de segundos, a vida pode nos pregar peças, modificando significativamente o que levamos bastante tempo para construir. Estando conscientes e preparados, já é extremamente difícil de enfrentar, imagina só, ao sermos pegos de surpresa. Fazemos parte do mesmo todo e, infelizmente, estamos expostos às mesmas situações de risco. As dificuldades de um irmão hoje, podem ser as nossas amanhã. Acordemos...

 
 

Fonte Imagens: INTERNET

02/06/2013

Mais um domingo...

ARMÁRIOS FEMININOS



Por conta de duas filhas entrando na adolescência, temos algumas amigas em comum na página do facebook dessa mesma faixa etária. Como mensagem de boas vindas, para cada uma que convido ou aceito, posto a imagem abaixo, seguida da inscrição: esquecer jamais. E essa será a primeira dica no que se refere à organização de armários femininos. Tema polêmico para ser tratado com amigas, tenho evitado orientações teóricas, pois gosto mesmo é de agir. Podem perguntar: o que será que deu nela!?






Ciente da partida de uma amiga muito querida para os EUA, só ontem lembrei que o dia "D" está cada vez mais perto: 07/06. Legítima canceriana, gostaria de contribuir para o sucesso de mais essa jornada. Sabendo da sua "leve" deficiência na área de organização, imaginei que dicas poderiam ser de grande utilidade. ARMÁRIOS FEMININOS é para você, Dênia Gonçalves!! Espero que consiga organizar não só os seus armários externos, mas, principalmente, os internos*. Na torcida!! LOV U...
 
 

"Se essa é a sua realidade,


...precisamos, urgentemente, modificá-la!!
 


Voltando à Mafalda, antes de agir, será imprescindível parar e pensar. Garanto que, seja qual for o seu espaço, após racionalmente organizado, o ganho de tempo será real e significativo. Acreditando que bagunça é universal, assim como organização é pessoal, vamos encarar esse desafio.





  
Com base nas suas rotinas, tentem responder as seguintes perguntas. Será que tudo ainda me serve? Precisam de ajustes ou consertos? Quais podem ser doadas ou descartadas? Quais itens não se adaptam à essa estação? Será que estão bem localizados no armário, permitindo um fácil manuseio?


 



 
 
Seja closet ou armário embutido, o sucesso do seu esforço está diretamente ligado às respostas acima. Se já sabem que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, por que será que ainda insistem em tentar fazer isso não só com dois, mas com vários?? Doem, descartem...
 
 
 
 




Tendo sido respondidas, na prática, as perguntas anteriores, já se poderá notar significativas diferenças. E quanto as dicas?? São muitas!! Que tal iniciar pelas principais e sentir sua interferência nas rotinas?? Sugiro-lhes encarar com muita seriedade e nada de desistir no meio do caminho.





1 Ainda que a troca aconteça aos poucos, todos os cabides precisam ser iguais, não esquecendo de colocar, preferencialmente, apenas uma roupa por cabide. Agrupar por ordem de cor, ajuda muito na manutenção.  





2 Acomodando os pares de sapatos com os pés invertidos, a otimização de espaço será maior. As caixas transparente empilháveis também podem ser um ótimo recurso. Extremamente importante agrupá-los por uso.    




 
3 Caso disponham de uma cômoda usada, experimentem retirar as gavetas e fixar ganchos metálicos para a organização das bolsas. Prático e sustentável, irá, certamente, liberar espaço no closet ou armário. 
 
 



4 Acessórios industrializados podem ser excelentes aliados na melhoria da organização. Só tenham cuidado com o custo benefícios dos diversos itens oferecidos. Soluções simples, podem substituir bem alguns deles. 





5 Roupas de dormir, biquines, lenços, exarpes, roupas de ginástica e afins, quando acomodados em caixas ou cestas, podem liberar espaço para itens de uso mais frequente ou existentes em maior quantidade. 





6 Colmeias em acrílico podem solucionar a organização das roupas íntimas, cintos e acessórios diversos. Com todos os itens disponíveis mediante a abertura de uma gaveta, sobrará tempo para muito mais.  





7 Até as miudezas, vilãs da organização de qualquer armário feminino, estarão visíveis e disponíveis para completar o visual. Nada de investir em equipamentos caros para organização. Abuse apenas da criatividade...  




* Referência à analogia de Elizabeth Gilbert, em COMER REZAR AMAR, "É só então, que você começa a perceber que os seus armários internos foram todos rearrumados."

Fonte Imagens: INTERNET

31/03/2013

PÁSCOA DIFERENTE


FELIZ PÁSCOA!!




Há pouco mais de um ano, ao chegar na residência de uma amiga muito querida para almoçar, apenas eu e ela, não pude deixar de notar o notebook aberto sobre a mesa. Sabendo da minha resistência à redes sociais, suspeitei das suas intenções. Nossa, isso ficou pesado!! Então, indo direto ao assunto, para deixar "a coisa" mais leve, saí de lá, depois de um almoço agradabilíssimo, membro do facebook. Obrigada, Cris!! Além de aproximar-me de pessoas queridas, algumas que há muito não tinha notícias, através da fanpage, tornou-se uma ferramenta fundamental na divulgação do ARQUITETANDO POR AÍ. Diante das publicações dos amigos, divirto-me, revolto-me e emociono-me, nem sempre nessa ordem. Com isso, por que não organizar o pensamento e, refletindo sobre posts recebidos, chegar à minha visão de Páscoa!? Selecionadas imagens com as quais mais me identifiquei, aproveito a oportunidade para agradecer as mensagens carinhosas. Mas, sobre Páscoa, cada um tem a sua verdade...




O REVOLTADO
 

O CÔMICO


O RACIONAL


O RELIGIOSO


O VISIONÁRIO




Tenho duas filhas e estou sempre alertando-as que, num futuro próximo, serão dois os "ítens" necessários para a nossa sobrevivência: oxigênio e solidariedade. O resto estará na lista dos surpérfluos. Por outro lado, como uma boa católica, entendo tudo que a Ressureição de Jesus representa. Com isso, pergunto-me constantemente,  por que amar, ser solidário, perceber o outro, apenas em datas estabelecidas?? Páscoa, no sentido mais amplo da palavra é AMOR. E, dessa forma, os dias seguirão com leveza. Problemas virão e serão solucionados, sempre com a garantia que nunca estaremos sós. Penso que, não enlouqueci!! Também percebo que não estou sozinha com a minha crença. Cada vez mais pessoas, e até mesmo corporações, entendem o verdadeiro significado de estarmos aqui e precisarmos nos amar para vivermos melhor. A fim de ilustrar, segue texto da fotógrafa Sandra Rozados, postado para 150 amigos no facebook, assim como vídeo promocional da Pfizer. Feliz 365 dias de Páscoa!!  




Amar, no sentido mais amplo e mais pleno que nossa capacidade de entender pode alcançar.
Nada além de amar.
De não medir esforços para fazer evoluir nosso teor de amor.
Amando, tudo sempre fica bem.
Porque o amor precede e encerra todos os demais sentimentos altruístas que podemos ter.
A expiação e a ressurreição de Jesus Cristo têm imensurável significação pra mim, justamente por ter sido o maior de todos os atos e exemplos de amor realizados na história da terra.
Páscoa, eu penso, é ter sempre muito amor pra dar e nada mais.
Amor real e incondicional.
Um estado permanente de espírito que nos propicia alegria e sentimento de realização por toda a vida.
É a essência do evangelho que Ele nos legou.
Portanto, eu não poderia esquecer de dizer que amo muito você e desejo que esta Páscoa e todos os demais dias de sua vida sejam pra dar e receber muito amor, no sentido mais amplo e mais pleno possível ao teu entendimento

Beijooosss pra todos vocês, queridos amigos e feliz páscoa!




SANDRA ROZADOS



Pfizer - Best Commercial EVER!!!


"Algumas vezes é preciso mais que medicação"





Fonte imagens: INTERNET
Fonte vídeo: YOUTUBE

23/12/2012

SOLIDARIEDADE



Então é NATAL...




A MOÇA DO CARRO AZUL




Era a semana que antecedia o Natal. Os carros entupiam as ruas, todos querendo aproveitar um sinal verde, uma vaga para estacionar, chegar mais cedo ao shopping. Eu era apenas mais uma no trânsito, quase sem olhar para os lados, concentrada em alguma tarefa inadiável. Mas de repente o que era movimento e pressa à minha volta parou.

Estava fazendo o retorno numa grande avenida quando passou por mim um carro azul com uma moça na direção. O vidro dela estava aberto e ela não parecia ter nada a esconder: chorava. Não um choro à toa. Ela chorava por uma dor aguda, uma dor de respeito, era um transbordamento. Passou reto por mim e eu concluí meu retorno, e quis o destino que a próxima sinaleira fechasse e alinhasse nossos dois carros, eu ao volante do meu, atônita, ela ao volante do dela, desmoronando.      

Eu deveria ter ficado na minha, mas era quase Natal, e quase todos estão tão sós, quase ninguém se importa com os outros, e antes que trocasse o sinal, abri a janela do meu co-piloto - sem nenhum co-piloto - e perguntei: "Você precisa de ajuda?".      

Ela estava com a cabeça apoiada no encosto do banco, olhando em frente pro nada, chorando ainda. Então virou a cabeça lentamente para mim - pensei que iria dizer para eu me preocupar com a minha vida - e disse serenamente: "Já vai passar". E quase sorriu.      

Eu respondi "fica bem", fechei o vidro e avancei meu carro um pouquinho pra frente, para desalinhar com o dela e deixá-la livre dos meus olhos e da minha atenção.      

Passei o resto do trajeto tentando adivinhar se ela havia rompido uma relação de amor, se havia perdido um filho recentemente, se havia recebido o diagnóstico de uma doença grave, se havia discutido com o marido, se estava com saudades de alguém, se estava ouvindo uma música que a fazia lembrar de uma época terrível - ou sensacional. O que a fazia chorar quase ao meio-dia, numa avenida tão movimentada, sem nem mesmo colocar óculos escuros ou fechar o vidro? Que desespero era aquele sem pudor e por isso mesmo tão intenso?      

Garota, desculpe invadir com minha voz a sua tristeza. Era quase Natal e eu não aguentei ver você naquele quase deserto, num universo à parte, incompatível com a quase euforia com que recebemos as viradas, as mudanças, a esperança de olhos mais secos. Faz uma semana, lembra? E agora falta quase nada pra gente abraçar a ilusão de que tudo vai ser novo. Que seja mesmo, especialmente pra você. Feliz 2006.



Martha Medeiros - Jornal Zero Hora - 28/12/2005
 
 
 
Diante dos recentes dias caóticos que temos vivido individualmente, nada mais possível de presenciar que a cena descrita por Martha, há exatos sete anos. Ficção ou verdade? Nunca saberemos! São os finais de mundo particulares. Passado o dia 21/12/12, declarei à uma amiga muito especial não acreditar em final com data marcada. Na verdade, são tantos os "finais de mundo" que enfrentamos ao longo da vida, quando não temos outra alternativa senão reconstrui-los o mais rápido possível, que caso isso venha a acontecer, será devastador, rápido e, acima de tudo, surpreendente. Às vésperas do NATAL, testemunha de vários "finais de mundo" alheios recentes, uma dúvida continuará a incomodar: qual a razão do espírito natalino aflorar, para a grande maioria, só nessa época do ano? Acreditando que viver sempre será um trabalho de equipe, imagino como poderíamos transformar as nossas rotinas distribuindo esse "espírito", hoje concentrado em apenas um mês, ao longo do ano. Estar atento ao outro, pode ser um bom começo nessa importante REORGANIZAÇÃO....
 
 
 
 
Fonte imagem - INTERNET

16/12/2012

LIXO


Vencida mais uma semana em congestionamentos, filas e aglomerações por conta do Natal, só me resta lamentar a confusão de emoções que toma conta da população nessa época do ano. Nervos "a flor da pele", tempo escasso e muitas, muitas atribuições. Nem árvore tive ânimo para montar. Optei por focar em "coisas" diferentes. E assim temos seguido, de férias e longe dessa loucura coletiva que insistimos em chamar de Natal. Aqui, a maioria das lembranças foram produzidos por nós e o tão esperado presente do "Papai Noel" foi substituído por aquela desejada viagem "sem pai, nem mãe", para curtir a casa dos avós em janeiro. Melhor assim!!! Todos satisfeitos e em paz...
 
Em clima de questionamento das tradições, recebi um vídeo especialíssimo: Paraguay Landfill Harmonic Documentary - The Recycled Orquestra. Emocionante, verdadeiro e muito real, trata-se de um (mini) documentário sobre a comunidade de Cateura, o maior lixão de Assunção, capital do Paraguai. A maioria dos moradores da comunidade trabalha escavando-o e reciclando itens vendáveis. Diante dessa realidade sofrida, com um instrumento musical custando mais que uma casa, a única saída para a comunidade foi fabricá-los. O projeto é coordenado por Favio Chávez, técnico ambiental, músico e diretor da orquestra, que sabiamente declara: "O mundo nos manda lixo. Nós devolvemos música."




 
 
  
 
Tradução das legendas
 
 
"O mundo nos manda lixo. Nós devolvemos música." - Favio Chávez
 
Uma favela construída sobre um lixão.
 
Meu nome é Ada Maribel Rios Bordados, tenho 13 anos e toco violino.
 
Me chamo Juan Manuel Chavez, mas conhecido como Bebi,
tenho 19 anos e toco violoncello.
 
Este cello é feito de uma lata de óleo, madeira retirada do lixo e as cravelhas são de uma colher velha, um amaciador de carnes e um instrumento para fazer nhoques. 
Seu som é assim.
 
Uma comunidade como Cateura, não é um lugar para ter um violino.
Na verdade, um violino custa mais do que uma casa.
 
Nos achamos o estojo para violino nesse monte.
Foi quando começamos a produzir instrumentos reciclados.
 
As famílias que vivem aqui reciclam todo o lixo para vender.
 
Nunca pensei que iria produzir instrumentos como esse.
Me sinto muito feliz em ver uma criança tocando um violino reciclado.
 
Quando ouço o som de um violino, sinto borboletas no meu estômago.
É uma sensação que não tenho como explicar.
 
A Orquestra de Instrumentos Reciclados é uma orquestra
que toca com instrumentos feitos de lixo.
 
Minha vida seria... Sem a música não teria sentido.
 
Não podemos descartar as coisas descuidadamente.
Não podemos desistir das pessoas tão facilmente...
 
 
 
 
Totalmente convencida de que possuímos mais do que necessitamos, faz-se urgente criarmos o hábito de descartar (ou doar) o nosso "lixo" de forma que outros ainda possam aproveitá-lo. Ainda que muitos pensem tratar-se de ficção, comunidades inteiras são, literalmente, sustentadas com os nossos restos. Aí, eis que surgem esses guerreiros criativos e nos agradecem com verdadeiras lições de criatividade, consumo consciente e organização. Lamentável perceber que, na tão falada busca por um mundo sustentável, negligenciamos o nosso discurso nos períodos festivos. Ao partir-se para um consumo desenfreado, sem consciência, nem planejamento, estaremos, CERTAMENTE, comprometendo o nosso futuro. Então é Natal...  
 
 
 
 
OB.: Estando no facebook, não esqueçam de curtir a página do ARQUITETANDO POR AÍ. Ainda lá, não deixem de conhecer a séria comunidade INFANCIA LIVRE DE CONSUMISMO - "Movimento de mães, pais e cidadãos inconformados com a publicidade dirigida à nossas crianças." Precisamos guiá-las!!!
 
 
 
 
Fonte: INTERNET 

09/12/2012

IDEIAS GENIAIS


Após ter mencionado "doações de amigos" no post da semana passada, fui questionada quanto à natureza delas. Ainda que muitos desconfiem da possibilidade de estar ficando rica, sinto informar-lhes que não se trata de doações em dinheiro. São imagens, que circulam na internet e acabam chegando até o ARQUITETANDO POR AÍ, acompanhadas, quase sempre, de um comovente "Lembrei de você...". Alguns têm até o cuidado de enviar o link com a origem da informação. Por isso, com a mesma atenção recebida, direciono-as à todos vocês. Obrigada, Polly Reis, Catia Champion, Anibal Passos, Helena Chaves, Tânia Santos e tantos outros...   
 



 
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Conheçam o suporte de parede para garrafas de vinho e racionalizem o espaço disponível. Peças metálicas fixadas à parede facilitando identificação e manuseio das garrafas. A quantidade, vocês decidirão!!!





Daybed - DETALHE

Bem pertinho da natureza, relaxem no balanço/cama diurna. Seguindo a simplicidade construtiva do palete, basta garantir segurança na fixação das correntes. Lembrem de soltar a imaginação na escolha do tecido...





Marcadores de copos - DETALHE

Acabem com o desconforto entre os convidados nas festas, adotando os divertidos Vacu vin. Resolvida a troca de copos, todas as atenções ficam por conta, apenas, da diversão. Daí em diante, é só aproveitar!!!





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Fonte imagens: INTERNET