ARQUITETANDO POR AÍ

ARQUITETANDO POR AÍ
O assunto aqui é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Mas, como assim? Alinhando conhecimentos arquitetônicos a técnicas de organização, espaços residenciais ou comerciais são reestruturados com custo bem inferior ao imaginado. Independente do tamanho da sua necessidade, conheça um pouco dessa história e encontre respostas. Aguardo você...
Mostrando postagens com marcador PMG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PMG. Mostrar todas as postagens

10/09/2017

RESULTADOS



Resultados só meus! Satisfeita, agora? kkkk...




Som alto, pista cheia, festa animada. Eis que, quase do nada, surge uma amiga que não via há tempos. Logo grudamos num abraço cheio de saudade. Ainda nele, e saltando os cumprimentos corriqueiros, ela grita:
- Será que posso saber o motivo da sua insistência em usar imagens de organizações mundo afora, quando o resultado do seu trabalho é tão top?
Respondi que estava apenas ensinando os ouvintes da Rádio Metrópole a encontrarem dicas na internet. Rimos muito e ela não soube que, naquele momento, sua ideia já tinha virado post. Bastava selecionar e montar...










Sejam roupas, sapatos, utensílios do lazer ou da cozinha, nada melhor que seguir a vida com tudo isso organizado. Assim, encaramos as adversidades com muito mais força, por termos total controle sobre as nossas rotinas.














Com tudo visível e ao alcance das mãos, adeus ao desperdício, planejamos compras e usamos racionalmente todas elas. Para os que pensam que organização é neurose, digo que basta experimentarem para adotarem.










À amiga acima citada, agradeço a significativa participação no post de hoje torcendo para que tenha uma excelente viagem back home. Na próxima vinda, favor avisar. Susto grande. Sorte a minha ter um coração forte!  





Fonte imagens: ARQUIVO PROFISSIONAL

09/07/2017

E AGORA, JOSÉ?






Tendo recém chegado de uma viagem internacional, com troca de aeronave no Rio de Janeiro, confesso que vi de tudo um pouco em relação à cobrança de bagagens despachadas. No JFK, deixando Nova York, testemunhamos duas famílias perderem o voo, malas serem abertas com pertences remanejados na frente de todos, sem falar nos diálogos constrangedores e agressivos envolvendo pagamentos pelos excessos de bagagem.
No Galeão, o cenário não foi diferente, passageiros cientes das novas regras, tentavam burlar o sistema ou quase carregar a casa nas costas para dentro da aeronave. Resultado: longas filas, constrangimentos e atrasos. Assistimos assustadas ao caos, preocupadas se o atraso gerado não nos afetaria de alguma forma. Caladas quase o tempo todo, lá pras tantas, as meninas perguntam o que eu pretendia fazer. "Escrever!", respondi. 
Então, vamos lá! As regras mudaram. Fato. Agora, podemos levar uma mala de mão de até 10kg. Notícia boa. Qualquer outra bagagem será cobrada e os seus valores estabelecidos por cada companhia. Outro fato. Só nos resta apelar à criatividade e ao enorme poder de adaptação do brasileiro. E assim, mergulhei na internet, em busca de mais informação. O objetivo? Compartilhar dicas que possam fazer das malas de mão a solução.
Foi quando recebi da colega Carol Rosa um vídeo simples e muito eficiente ensinando como organizar a autorizada mala de mão de 10kg - para uma semana. Aprofundando a pesquisa, descobri que o vídeo mencionado fazia parte de um artigo publicado no G1 logo no início de julho. Mais atual, impossível! Assim, segue abaixo o link do artigo, pedindo que atentem aos 100ml de líquidos permitidos em bagagens de mão. E agora, José?          








Atenção às dimensões limites!



Com esse maravilhoso trunfo que podemos levar, literalmente, nas mãos, só precisamos ficar atentos quando as viagens forem exceder uma semana ou a necessidade exigir bagagens maiores. Nesses casos, é preferível economicamente que os valores sejam acertados online e não no aeroporto. Atentem às informações do artigo em relação às diversas companhias e tenham todos uma boa viagem. Regras foram feitas para serem cumpridas. Quando mais rápido entendermos isso, menos dolorosa a rotina...





Mais informações!





Fonte imagens: INTERNET     

28/05/2017

HORA DE ARRUMAR A CASA



"Uma única vela acesa rompe a escuridão."




Durante uma semana bastante atribulada, um casal de clientes muito querido, em visita ao filho na Alemanha, nos deixou uma mensagem carinhosa. "Chegamos! Felizes por estarmos com o nosso filhote." Radiantes com a excelente notícia, paramos tudo para respondermos ao carinho deles. "Beleza!! Curtam muito e grudem nele. Essa família vale ouro..."
E assim, por conta da nossa atividade, vamos colecionando vínculos com essas famílias especiais. Organizando e projetando, ganhamos amigos. Ainda de lá, na sexta, chega outro presente. Um texto maravilhoso da escritora e psicóloga Patricia Gebrim. O mesmo que compartilhamos abaixo para a apreciação de todos. Bom retorno. Valeu, amigos!




Estamos vivendo um momento desafiador no Brasil. Na verdade, creio que a onda que está revolvendo nossas entranhas é global.
A sombra veio à tona. O escondido está sendo revelado, e isso não se refere apenas à situação político-econômico-social, mas a cada um de nós.
A forma como reagimos a esse momento revela também nossas sombras. Isso não é ruim. Só podemos limpar a sujeira que enxergamos.
Mas, ouça. Enquanto nos ocupamos em apontar a escuridão lá fora, nos outros, na política, naqueles que atacamos por pensarem diferente de nós, deixamos de agir e transformar o que nos cabe.
Nós mesmos.
Pense que cada um de nós têm dons e habilidades que servem ao todo. Uns têm uma mente clara e ótimas ideias, outros são ágeis em encontrar soluções criativas. Uns sabem usar agulhas pra curar, outros têm o dom da oratória. Uns amam estar em grupo e iniciar movimentos que se expandam, outros preferem ficar no jardim cuidando de uma única sementinha.
O momento requer que cada um de nós descubra seu dom e coloque a serviço do todo.
Existe algo que só você tem a dar, entende?
Precisamos evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios.
Enquanto ficamos aguilhoados pela revolta, reclamando, atacando uns aos outros, alimentando essa onda que causa angústia e medo, deixamos de fazer a única coisa que poderia ser verdadeiramente revolucionária.
Existir.
Ser a luz que somos.
Não importa a sombra que nos rodeie, estamos aqui para manifestar nossa luz. Uma única vela acesa rompe a escuridão.
Se você for alguém influente na política, seja luz. Se você for influente na educação, seja luz na educação. Se for dono de um quiosque na praia, coloque amor ao preparar os sanduíches.
Onde quer que esteja, faça o seu melhor.
Pare de desperdiçar sua energia julgando, polarizando, atacando. Isso não resolve. Apenas aprofunda esse véu de separativdade e cega a todos nós.
Essa é a última tentativa da sombra de nos afastar de nós mesmos.
Temos um poder imenso e tudo pode se transformar se formos sábios e corajosos para fazermos a única coisa que nos cabe.
Não se deixe iludir pelo que vê à sua volta. Respire. Faça o seu melhor. Vibre a luz que você é.
E confie.
Estamos a caminho!


Patricia Gebrim




Por um Brasil melhor, organizemos-nos!! Boa reflexão a todos... 





Fonte imagem: GOOGLE

14/05/2017

FELIZ (TODO) DIA...







"A beleza da criação de quem nasceu com a força do amor e as bençãos de Deus para acolher e cuidar. Um Feliz (todo) Dia das Mães!" Marília Adan





Fonte imagem: GOOGLE

30/04/2017

REFLEXÃO PARA O DIA DO TRABALHO


"...a gente só precisa tentar ser a nossa melhor versão."
Ruth Manus




Sabe aquela amiga, geograficamente, distante que já fez parte da sua rotina diária? Aquela que, apesar de longe, continua em sintonia com você? Também tenho uma. E foi às vésperas do final de semana prolongado por conta do Dia do Trabalho, que ela compartilhou o texto abaixo. Sintomas semelhantes, doenças parecidas, mesmos remédios. Não entenderam? Então, confiram o texto simples e objetivo de Ruth Manus. Amei o presente, Cláudia Magalhães Eloy! Saudade de você... 




Trabalhei muito, dormi pouco, comi mal e me sinto diariamente culpado

POR RUTH MANUS

26/04/2017, 09h56

Até quando nos julgaremos tão devedores de nós mesmos? 

Comecei o dia furiosa comigo porque não fui à academia. Era para eu ter acordado mais cedo, enfiado aquele legging e corrido 5km. Não consegui, não fiz nada disso. Enfiei uma fatia de pão na torradeira e me culpei por ter colocado um pouco de manteiga ao invés de uma ricota magra sem sal.
Olhei para a minha agenda e direcionei o olhar diretamente para todas as pendências. Documentos que não enviei, faturas que não emiti, contratos que não revisei, e-mails que não respondi, ligações que não retornei. Não fazia nem meia hora que eu estava acordada e eu já era uma lamentável devoradora de mim mesma.
Entrei no banho com a cabeça acelerada e uma dose semi invisível de raiva de mim mesma porque eu nunca consigo cumprir minhas metas intermináveis. Parecia que eu não havia feito nada na véspera, quando, na verdade, fiz muito. Percebi que havia algo de muito errado nisso e disparei mensagens nos meus grupos de amigos perguntando se eles sentiam a mesma coisa.
As respostas foram unânimes: todos se sentem absolutamente devedores de si mesmos. Entramos numa lógica cruel que funciona mais ou menos assim: praticamente não importa o que a gente faz de bom, só importa aquilo que ficou faltando. Tudo o que ficou faltando, grita dentro da nossa cabeça como se estivesse escrito em caixa alta. 
Hoje eu trabalhei muito. MAS NÃO FUI À ACADEMIA. Hoje fui à academia. MAS COMI AQUELAS PORCARIAS NO ALMOÇO. Hoje eu comi bem. MAS NÃO ENTREGUEI O RELATÓRIO. Hoje eu terminei o relatório. MAS NÃO LIGUEI PARA A MINHA AVÓ. Hoje eu falei com a minha avó. MAS NÃO RESOLVI AQUELAS COISAS DO BANCO. Hoje eu fui ao banco. MAS ACABEI TRABALHANDO POUCO. Hoje trabalhei muito. MAS DORMI POUCO. Hoje dormi bem. MAS ACORDEI TARDE.
Começa a dar uma certa falta de ar, uma angústia que se instala entre o estômago e a garganta e que nos diz que somos pouco, que fazemos pouco, que concretizamos pouco. É como se nós fôssemos chefes de nós mesmos - e aqueles chefes da pior espécie, que não reconhecem os trabalhos bem feitos e as tarefas finalizadas, mas apenas o que ficou pendente. Um chefe que berra palavras de frustração na nossa orelha e que em nada contribui para melhorarmos.
Temos muita coisa pra fazer, não tem jeito. E talvez o pior não seja o fato de termos tudo isso, mas sim o fato de lidarmos tão mal com a nossa rotina e com a finitude da nossa capacidade. Não me parece que a solução seja sempre a de nos esquivarmos das tarefas (embora às vezes seja necessário). O que me parece necessário é pararmos de sentir tanta culpa. Não somos máquinas e nunca funcionaremos com perfeição. 
Precisamos parar de nos comparar com a amiga que posta foto na academia às 6 da manhã. Com o primo que milagrosamente consegue ser o filho perfeito. Com a vizinha que tem uma casa impecável. Com a colega que nunca sai da linha na alimentação. Com aquele casal de pais que parecem nunca errar. Com a amiga que está sempre vestida como capa de revista.
Acho que a gente só precisa tentar ser a nossa melhor versão. E a nossa melhor versão não vive nesses picos de stress, nem com essa angústia instalada. Temos que ser mais compreenssivos com as nossas pequenas grandes falhas. Deveríamos reservar a caixa alta para tudo que foi feito e não o que ficou faltando. Porque não parece justo que sejamos justamente nós aqueles que são mais crueis e mais duros conosco





Fonte imagem: GOOGLE
Fonte artigo: http://emais.estadao.com.br 

23/04/2017

OBRIGADA, NINA!


By Nina




Vencida mais uma semana de puro sufoco, navegando na internet a fim de finalizar a formatação do curso, me deparo com a imagem acima. Resgate bombástico. Por se tratar de uma velha conhecida, praticamente um lema de vida, a frase vem à tona em momentos de dificuldades extremas.
Lembrando daquela força que, diante de obstáculos, não nos deixa fraquejar, fica a certeza de que as passagens secretas existem e podem ser encontradas. Basta persistirmos. Copiem, colem, printem, tatuem, mas não esqueçam dela jamais. Obrigada, Nina! Tenha um domingo lindo... 





Fonte imagem: INTERNET  

15/04/2017

FELIZ PÁSCOA



Feliz Páscoa!!!




Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?! Rs! Muitos ovinhos! De todas as cores, de todas as artes, de todos os lugares, de toda delicadeza. Todos artesanalmente lindos! "O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição!" É tempo de renascer com o coração vibrando de paz e união. Que tenhamos uma Semana Santa de luz e harmonia, de celebrações recheadas de amor e respeito. Feliz Páscoa a todos os nossos clientes, amigos e parceiros de caminhada!

Com carinho,


pmg









Fonte imagens: google

02/04/2017

CRIATIVO, EU?



"Pela primeiríssima vez em Salvador..."




Alô, Bahia.

Nosso coração na mala. E também saudade morna de sol com ventania, pimenta e daquela luz que banhou e banha a tinta de escribas imensos. Criativo, eu?, Você é luz e Cartas de amor. Dias 1 e 2 de abril, nossos 3 módulos abre peito, destrava palavra, vai, voa. Pela primeiríssima vez em Salvador. Se tudo der certo e dará, com a benção de todos os santos.

Tu vens?

Então, fui! A verdade é que o novo me seduz. Muito. Manhã de sábado, cansada, vencida uma semana pra lá de complicada, tudo que precisava era dormir mais um pouco. A responsável por isso? Beatriz Filgueiras, amiga de coração e membro da Curadoria CRIATIVA. Ainda em SP, pincelou sobre Cris Lisbôa e as maravilhas do seu caminhar. Já inscrita, precisava mesmo saber um pouco mais sobre aquela moça. Essa sou eu. 




"Por mais que tente,
chuva não desbota flor."
Cris Lisbôa




Logo na foto de capa da GO, Writers no facebook, uma esclarecedora inscrição. "Escola itinerante com cursos livres de criação em escrita. Sem fórmulas mágicas ou adestramentos. Com amor." Certamente, ela estaria apta a nos ajudar na melhoria da comunicação com os visitantes do blog. 
Sala cheia, plateia sorridente, amigas queridas. Da Cris Lisbôa que conhecia por fotos, veio um abraço macio e acolhedor. Seriam os ares da Bahia? Não. Ela deve ter nascido assim. Apresentações feitas, nos descobrimos em maioria, desde Clara, 21 anos, à D. Teresinha, 88. Homens? Apenas três.
Seguimos numa manhã rica de tudo. Embalados por Cris, não sentimos falta de intervalo para lanche, muito menos dos nossos smartphones. Os que precisaram, levantaram, se serviram e, mais que depressa, voltaram aos seus lugares. Ensinamentos e mais ensinamentos, de repente, eram 12h.









Pelo que sei, a nossa encantadora de mentes seguiu brilhando tarde afora e, não satisfeita, brilhará também na manhã de hoje. Quanto à vocês, suspeito que devam estar se perguntando sobre a relação desse aprendizado com a nossa organização. Fácil. Em ambos os campos, foco, interesse, coragem, compreesão do outro e humildade, nos levarão a caminhos nunca antes percorridos. Segundo Cris Lisbôa, basta começar para comprovar!!! 





Fonte Imagens: http://www.gowriters.com.br

05/03/2017

COLOCANDO A MÃO NA MASSA



Com tudo à vista!




Dia desses, de folga em casa, lembrei que a pmg organiza a rotina de tanta gente, muitas vezes, negligenciando as nossas demandas pessoais. Sim, estou falando da minha gaveta das roupas de treino. Sempre arrumada, mas com praticidade zero, dificultava a minha rotina exatamente às 6 da manhã.
Por uma série de razões, a vida me ensinou a possuir dentro do limite da necessidade. Inclusive roupas de treino, que se concentram numa única gaveta e eram, literalmente, remexidas dia sim dia não. Após as 4 escolhas obrigatórias, calça, top, blusa e meia, realmente, era impossível fotografar.
Por uma simples razão: apesar dos itens estarem em ordem, não estavam categorizados, muito menos à vista, todos ao mesmo tempo. Resumindo, arrumados, mas não organizados. Dessa forma, às 6 da manhã, ainda sem noção da vida, tinha que vascular a gaveta em busca do look do dia. Aff...




Gaveta arrumada




Então, aproveitando um domingo livre, fui uma cliente pmg, como tantas vezes já se viu por aqui. E, rapidinho, calças, tops, camisetas com e sem manga, meias e acessórios, encontraram uma ordem há tempos necessária. Dali em diante, bastava visualizar e selecionar. Com rapidez e praticidade!




Gaveta organizada




Como para tudo na vida existe o "pulo do gato", essa bem sucedida e rápida intervenção não teria tido sucesso sem os "pacotinhos". Uma técnica de dobra perfeita para tecidos moles. Da direita pra esquerda, ficou assim: blusas com e sem manga, calças, tops (nos intervalos) e meias (ao fundo).


E aí? Curiosos para aprenderem? Então, muita atenção ao passo a passo...



1 Camiseta voltada para baixo, façam um retângulo do tamanho da gola; 




2 Finalizado o retângulo, executem a primeira dobra criando um "bolso";




3 Agora, na outra extremidade, façam uma dobra em direção ao "bolso";




4 Executem uma segunda dobra, já cientes que tudo finalizará no "bolso";




5 Levantem a primeira parte e encaixem o volume criado pelas dobras;




6 Finalizado o "pacotinho", ajeitem com suavidade buscando mais firmeza;





Fácil, não!? E, por experiência própria, mesmo que estejamos com sono ou pressa, basta devolvermos o "pacotinho" à gaveta que eles não irão se desfazer. A mesma técnica vale para bermudas e calças. Precisando de mais praticidade nas suas rotinas? Basta chamarem a pmg! Contatos acima...  




O resultado!





Fonte imagens: ARQUIVO PROFISSIONAL 

12/02/2017

FUGINDO AO TEMA



Colagem dadaista




Contrário ao que a sua imagem transmite, P adora atitudes radicais. Desde que essas ações não a tragam holofotes, marketing e a mantenham no anonimato. Quanto mais radical, maior o seu entusiasmo e coragem. Canceriana como nasceu, viria essa força só do seu ascendente em aries?
Seguindo nessa linha, ainda no Colégio Marista, ela foi apresentada ao movimento artístico denominado Dadaismo, surgido no auge da Primeira Guerra Mundial. "O dada vem para abolir de vez a lógica, a organização, a postura racional, trazendo para a arte um caráter de gratuidade total." Uau!
Segundo relatos, ela segue a vida sendo "certinha" e organizada, porém simpática ao espírito contestador do movimento dadaista. Toda vez que a necessidade dela exige, suas atitudes radicais afloraram e, junto com elas, uma coragem indescritível. Assim foi, é e, certamente, continuará sendo.
Semana passada, ela recebeu e amou tanto um texto (para muitos meio sem nexo, para ela quase dadaista) postado pela arquiteta Valéria Mendes num grupo de colegas de arquitetura, que teve que compartilhar. Colegas? Segundo fontes seguríssimas, essa forte amizade já passa dos 30 anos...





"Não está no Aurélio, mas é lindo!


ABANDONO: Quando a jangada parte e você fica.

ADEUS: O tipo de tchau mais triste que existe.

ADOLESCENTE: Toda criatura que tem fogos de artifício dentro dela.

ARTISTA: Espécie de gente que nunca vai deixar de ser criança.

AUSÊNCIA: Uma falta que fica ali presente.

DESCULPA: Palavra que pretende ser um beijo.

DEUS: Só Deus sabe.

FOTOGRAFIA: Um pedaço de papel que guarda um pedaço de vida nele.

FILHO: Serzinho adorável e todo seu que um dia cresce e passa a ser todo dele.

GELO: Aquilo que a gente sente na espinha quando o amor diz que vai embora.

LEALDADE: Qualidade de cachorro que nem todas as pessoas têm.

LÁGRIMA: Sumo que sai dos olhos quando se espreme um coração.

OUSADIA: Quando o coração diz para a coragem "vá" e a coragem vai mesmo."


Autor desconhecido





Hannah Hoch - colagem





Marcel Duchamp - óleo sobre tela





E se, nos comentários daqui, aparecer algum anônimo com coragem para perguntar: "Qual a relação disso tudo com as rotinas de organização e projetos da pmg?" A explicação está no título do post. Agora, conseguem imaginar mudanças de vida sem atitudes radicais? Nós também não!  





Fonte imagens: Google

05/02/2017

GENEROSIDADE PROFISSIONAL



"Coragem para ser doar
num mundo que só se pensa em receber."




Era uma vez três profissionais preocupadas com os seus futuros... Pois é!! Nessa história de final feliz, quase todos sabem que, antes de formarem a PMG, eram Patricia/arquiteta, Marília/designer e Gabrielle/arquiteta. Há 5 anos, pega de surpresa pelos acontecimentos da vida, sem saber ao certo o que estava fazendo, P parte em busca de uma atividade nova que viesse a lhe proporcionar receitas baixas, porém regulares, sem que precisasse levar trabalho pra casa. Mãe de duas filhas ainda dependentes dela, precisava de tempo livre, em casa, para seguir com a nobre tarefa de educá-las. 
Então, partiu para São Paulo com o objetivo de se profissionalizar na desconhecida carreira de Personal Organizer. "Personal o que?", arriscavam os mais corajosos. Dos demais, o silêncio dizia tudo. E assim, à bagagem de arquitetura e design delas, foram acrescidos princípios e técnicas de organização. E foi na OZ - ORGANIZE SUA VIDA!, entidade responsável pelo preparo tanto de P quanto de M, que profissionais maravilhosas como Cristiane Belfiore, Vera Corradi, Bárbara Volnei, Natalia Ortiz e tantas outras introduziram a generosidade profissional às suas carreiras. Viva!!
Passados dois anos de existência dessa "associação", em todas as suas organizações, se respira generosidade. As meninas da PMG aprenderam a organizar espaços, vidas e, acima de tudo, a deixar sempre mais do que está nos contratos. Assim, ao longo da semana, percebendo um compartilhamento da PO goiana Bárbara Volnei, resolveram compartilhar também. Dicas simples e diretas de como organizar armários sem que precisem contratar uma Personal Organizer. Pura generosidade!? Claro, enquanto divulgam os benefício da organização. Inspirem-se...      








1. Identifique o que não é usado

Peças velhas
Peças com defeito
Peças não usadas há mais de um ano
Peças que merecem ser reparadas


2. Separe em 3 grupos

C - Conserto
D - Doação/Venda
L - Lixo (objetos)


3. Esvazie e limpe o closet

Passe o pano úmido
Forre gavetas e prateleiras
Use o Anti-mofo


4. Organize os cabides

Agrupe peças semelhantes 
   Calças; saias; vestidos
   Casacos; ternos; blazers
Separe por cor e frequência de uso


5. Organize as gavetas

Peças miúdas
Peças íntimas; camisetas
   Shorts e bermudas
   Peças de praia/ginástica
Separe por cor e frequência de uso


6. Organize as prateleiras

Tipos de peças
   Bolsas; malhas e moletons
Inverno/verão - roupas que não são da estação em caixas transparentes


7. Organize os calçados

Ordene os pares por estilo e cor
Guarde em caixas com visores e furos para respirar






Fonte Imagens: Google e www.organizesuavida.com.br