ARQUITETANDO POR AÍ

ARQUITETANDO POR AÍ
O assunto aqui é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Mas, como assim? Alinhando conhecimentos arquitetônicos a técnicas de organização, espaços residenciais ou comerciais são reestruturados com custo bem inferior ao imaginado. Independente do tamanho da sua necessidade, conheça um pouco dessa história e encontre respostas. Aguardo você...
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08/05/2016

PRESENTE ESPECIAL



Feliz Dia das Mães!!




Esse ano, nosso presente, para todas as mães que por aqui venham a passar, segue em forma de reflexão. E que reflexão! Inspirem-se... ❤ ❤ 




Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.
De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.
Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.
O primeiro hábito que eles tem em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.
Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que tem, mesmo quando é pouco.
Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam recibo. Não gostam de ter rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem, infelizes. Cada vez mais.
O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.
O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente, aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.
Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho.

Socorro Acioli - O POVO - Set/2015





Fonte imagem: INTERNET

14/12/2014

ACREDITAM EM SINAIS?



"Estar cercado por coisas que trazem alegria,
faz você feliz."
Marie Kondo




Sinal #1 - Durante a semana, parada no trânsito num dia daqueles, distraída com pensamentos e músicas, ouvi uma insistente buzina ao meu lado. No outro carro, uma amiga sumida. Ou a sumida seria eu? Nem sei mais. Assim que passados os cumprimentos habituais, eis que chega a nossa vez de seguir. Daí em diante, só consegui ouvir a seguinte revelação: "Estou colada no ARQUITETANDO POR AÍ! Todos os domingos! Adoro os posts das amigas!" E mais uma vez tomamos rumos diferentes.
 
Sinal #2 - No dia 10/12, foi aniversário de outra amiga, uma sagitariana muito especial. Não nos falávamos há quase um ano e também não consegui ligar no seu dia. Vendo no facebook, uma foto da comemoração, comentei: "Faltou eu!!" Eis que, cedo, na manhã de ontem, toca o celular. Era ela que aproveitava o caminho até o curso para dar um "oi". Pouco depois, chegando ao seu destino, nos despedimos e pronunciamos, ao mesmo tempo, "não esqueça que você mora no meu coração!" Arrepiei.
 
Sinal #3 - Ainda na mesma manhã, passado pouco tempo, me apavorei lembrando das milhões de coisas a fazer e nada de ideias para o post de hoje. Em arrumação pós-banho e pré-saída, recebo, de outra grande amiga e ex-colega de faculdade, a seguinte mensagem: "Hoje saiu uma matéria na Folha de São Paulo sobre organização. Procure. É um pouco grande para eu colocar aqui." Mais que depressa, tratei de checar. Graças à elas, mais aliviada, pude enfrentar a manhã de ontem com o post organizado.

 
 





Após conferido o link acima (basta clicarem!), imagino que já saibam a importância do presente recebido. Então, sem a menor noção das suas significativas contribuições, juntas, elas resolveram o post de hoje. Como assim, elas quem? Não entenderam? Amigas que, mesmo sem perceber dificuldades, não me deixam fraquejar. Obrigada, Marialva Cardoso, Andréa Santa Rosa e Dolores Andrade! Através do artigo de Penelope Green, amei conhecer Marie Kondo! ESTEJAMOS ATENTOS AOS SINAIS...




Uma das gavetas de Marie Kondo



A magia da arrumação:
a arte japonesa de se livrar de entulho e organizar





Fonte imagens: INTERNET