ARQUITETANDO POR AÍ

ARQUITETANDO POR AÍ
O assunto aqui é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Mas, como assim? Alinhando conhecimentos arquitetônicos a técnicas de organização, espaços residenciais ou comerciais são reestruturados com custo bem inferior ao imaginado. Independente do tamanho da sua necessidade, conheça um pouco dessa história e encontre respostas. Aguardo você...
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16/12/2018

AS FORMIGAS JUSTA



@lumoraesconfeitaria/(71)99233.3615




Não é novidade alguma o amor que a família Justa tem pelos doces. Certamente, um caso para estudo. Aqui, por conta disso, atividades físicas e exames períodicos de glicemia são levados muito a sério. E a vida segue, sempre doce, seja lá qual for o tamanho do problema do momento. Uhu!
Passada a breve explicação, fica fácil mensurar o tamanho da alegria ao recebermos o mimo da amiga Milla Adami. A psicóloga antenada/amiga querida foi certeira no alvo. E, graças à ela, conhecemos as delícias de Lú Moraes. Não só lindas como deliciosas, as formigas Justa aprovaram...  




As palavras



As delícias




Descrita a sedução pelo estômago, mal sabe Milla que a simplicidade nos cativa. Uma lembrança entregue no meio da rua, palavras especiais e um sorriso no rosto. Bastou para sermos fisgados. Todos agradecem e, já seguindo Lú Moraes no instagram, garantem que ficaram muito fãs. 
Não só para Milla e sua linda família, desejamos a todos um Natal de gestos verdadeiros, significativos e marcantes. Esqueçam as cifras. Em tempos de crise, vale muito mais o que vem de dentro do coração. Missão cumprida, suspeito que teremos muitas outras juntas, Milla! Muitas...    





Fonte imagens: ARQUIVO PROFISSIONAL

26/08/2018

ESTAMOS QUASE LÁ!



Vixe, Santa!! Força, foco e fé...




Durante a semana, mais precisamente na manhã da quinta, em meio a outra revisão de organização difícil, recebo uma ligação. Número de São Paulo e não cadastrado. Pensando ser mais alguma trapalhada da minha operadora, atendi. Não era. Tratava-se duma amiga querida, há tempos, residente fora de Salvador. O fato é que, tinha fuçado o meu insta e descoberto uma postagem de 28 de dezembro de 2017, a qual tratava do livro PROPÓSITO de Sri Prem Baba - presente de Natal. Ao ouvir a sua voz, lembrei, de imediato, da grande sintonia que sempre houve entre nós e o fato de já estarmos as vésperas de mais um Natal. Ligação rápida, antes da sua aquisição, prometi transcrever para ela o parágrafo que me fisgou completamente: o primeiro. Para vocês, segue o segundo também. 




"Talvez o maior infortúnio do ser humano tenha sido, em algum momento da sua jornada, ter acreditado ser o centro da criação. Nossa inteligência nos proporcionou muitas conquistas. Conseguimos um certo domínio sobre a matéria e com isso passamos a agir como se a natureza existisse somente para nos servir. O ego, enquanto símbolo da individualidade, tomou conta da nossa experiência na Terra. Essa visão limitada nos conduziu ao esquecimento de quem somos e do que viemos fazer aqui. E hoje sofremos de uma profunda doença chamada egoísmo, que nos leva a manifestar um grau insustentável de desrespeito à natureza e aos outros seres humanos, além de uma profunda ignorância em relação ao significado da vida.


No decorrer dos séculos, temos usado nossa inteligência para reafirmar essa visão autocentrada e para provar que somos superiores a tudo e a todos. O ego, que é apenas um veículo para a experiência da alma nesse plano, tornou-se o imperador máximo, e o individualismo tomou proporções brutais. Perdemos a conexão com nossa identidade espiritual e com a própria razão de estarmos aqui. Deixamos de nos questionar sobre o sentido da vida, e isso aprofundou o esquecimento da nossa essência e dos valores intrínsecos a ela."




Tendo sido esse o presente de Natal mais improvável que a vida já me deu, suspeitei se tratar de mais um recado Divino. Só uma correção: a vida não, Cristina Maron! Amiga-irmã, avessa a leituras, quase tive um troço quando recebi o pacote da Saraiva e percebi meu nome na etiqueta "de/para". Então, usei todo o dia seguinte para mergulhar nessa leitura maravilhosa. Se recomendo? Muito! Tanto que, quando encontro um exemplar disponível em alguma prateleira por aí, compro; já pensando na próxima presenteada. E o universo as escolhe usando da mais profunda sabedoria. Para incrementar a leitura, anexo um marca texto amarelo (o mais chamativo!), só para "avivarem" os trechos mais significativos. O marca texto sim, presente meu; o livro, presente do universo. Bem assim...





Fonte imagens: GOOGLE e ARQUIVO PROFISSIONAL      

20/12/2015

ÚLTIMO POST DO ANO



"Depois de toda luta e cada descanso,
quero me levantar forte e pronta,
como um cavalo novo."
Clarisse Linspector




Há quase 17 anos, em busca de paz no dia do meu casamento, resolvi antecipar a ida para o hotel onde nos hospedaríamos à noite. Auxiliada pelo meu futuro (e atual!) marido, chego ao lobby do estabelecimento. Na época, proprietária do palio vermelho metálico mais lindo da cidade, de valor inestimável por ter sido adquirido com muito suor, tive o cuidado de consultar, previamente, o hotel sobre estacionamento para hóspedes. Como seria nosso meio de transporte na manhã seguinte, nada mais lógico que o carro lá pernoitasse. Desde sempre, apaixonada por todos os meus veículos, não queria que "dormisse" na rua. E, em se tratando do Hotel da Bahia, meu receio era ter que deixá-lo no Campo Grande, local de segurança duvidosa. Estava certa de que, longe da confusão de casa, encontraria paz, conseguiria descansar, enquanto o citado futuro marido sairia para resolver detalhes de última hora. Com a reserva previamente ajustada, fui muitíssimo bem recebida como "a noiva". Entregando as chaves do carro à recepcionista, ao indagar pela vaga para o carro, fui informada que, na realidade, a garagem era muito pequena e só os funcionários tinham autorização para usá-la. Não pensei duas vezes. Virando-me para a apreensiva figura masculina ao meu lado, com muita segurança, afirmei, "aqui eu não durmo". Para resumir o relato, o carro do gerente da noite dormiu na rua e o meu na garagem.
À essa altura, vocês devem estar se perguntando qual a relação disso tudo com o post de hoje. Já mencionei que odeio anos ímpares? Pois é... Quase vencido um 2015 de pura luta, tendo que me reerguer após rasteiras sucessicas de categorias variadas, passar por dezembro está sendo o maior dos testes. Exausta, física e mentalmente, na sexta, assumo sozinha uma revisão de organização para que M e G pudessem nos representar no evento de uma cliente do coração. Após uma manhã de luta, colada com a funcionária da casa, usando os intervalos só para beber água, às 13:30, consigo finalizar com sucesso. Imaginando mais uma cliente feliz, volto para casa realizada, suada, cansada e faminta, tendo vencido um percusso Villas-Pituba em exatos 60 minutos. Ao me aproximar do prédio, lembro da manutenção que está ocorrendo no teto do meu andar de garagem. Procuro uma vaga na rua, desejando estar debaixo do chuveiro. Daí em diante, até a noite, vieram mais mil e uma atribuições a serem vencidas antes de cair em sono profundo. Na manhã de sábado, descansada e pronta para o crossfit, dirijo-me à garagem. Só os que me conhecem e sabem da veracidade do fato ocorrido lá em 1999 podem imaginar o tamanho do susto, quando entendi que meu amado carro não estava na garagem. Foram segundos sem entender até mudar de sofrimento. Será qua ele ainda estaria na rua? Estava, sim!
Meio sem graça, segui meu rumo impressionada, tentando entender o acontecido. Como pude esquecer o carro? Logo meu transporte, meu instrumento de trabalho, meu provedor de coisas boas à rotina das minhas filhas, minha paixão desde sempre. Mas, a verdade é que tenho estado em luta, com pesados escudos levantados há tanto tempo que o aviso veio para que possa entender a necessidade de parar e me fortalecer, um pouco, antes de seguir em frente. Ao lidar com problemas, aparentemente, sem solução imediata, cheguei a conclusão de que a batalha é longa e preciso me poupar para o futuro. Sendo assim, tendo consultado previamente minhas sócias, fica decidido que esse será o último post do ano. E, para que vocês possam aproveitar o intervalo sem dicas de organização, decidimos deixá-los uma sugestão para o Natal. Ainda que conscientes da responsabilidade dos nossos incompetentes gestores nesse Natal de poucos presentes (para não chamá-los de outra coisa!), deixo-lhes um conselho: não descartem as caixas. Elas podem trazer soluções inusitadas para as suas rotinas. Usem a criatividade e divirtam-se! Em janeiro, estaremos de volta ao trabalho. A pmg deseja à todos um Natal de muita paz, torcendo para que 2016 chegue renovando as nossas forças e nos trazendo coragem extra. Uhhuu! Finalmente, um ano par! Enfrentemos-o com organização...      




Inspiração 01: organizadores de joias



Inspiração 02: organizadores de gaveta



Inspiração 03: organizadores de estantes



Inspiração 04: organizadores de cabos 



Inspiração 05: organizadores de fotos






Fonte imagens: INTERNET

10/11/2013

ORGANIZANDO UM NATAL DIFERENTE



 
 

 
NATAL!? Não é que já estamos quase lá!? Certamente, como no ano anterior, insistiremos em comemorá-lo da mesma forma "consumista desesperada". Consciente do enorme poder de divulgação das redes sociais, achei interessante uma proposta lançada no facebook...
 
 


 
 

 
Copiada do mural de uma amiga muito antenada, o texto acima sugere um Natal diferente, além de ter me feito lembrar um episódio passado na fila do mercado durante a semana. Uma senhora, logo atrás de mim, num desabafo ou tentativa de "puxar" conversa, comentou: "Já viu o preço dos panetones!? Cada ano que passa, mais caros e menores!!" Longe com os meus pensamentos, assim que notei a espera por uma resposta, concordei e acrescentei: "A senhora sabe por que isso acontece?? Nós, consumidores brasileiros, desconhecemos o grande poder que temos nas mãos, além de sermos, muito desorganizados. Passado um único Natal de boiocote aos panetones e seus preços abusivos, duvido que os empresários não mudassem suas políticas de venda. Arrisco-me a dizer que um bolo caseiro, feito com capricho nas nossas próprias cozinhas, substituiria, de forma econômica, qualquer pantetone." Sentindo a sua concordância silenciosa, percebi a fila andar, sem mais nada a ser acrescido ao curto diálogo. Ambas caladas, seguimos com os nossos pensamentos. 





 








 




 
 
 

Acredito que mudanças, geralmente, originam-se de ideias simples e geniais.  Para facilitar a vida dos que desejam aderir, deixo aqui alguns links. Visitem!! ORGANIZEM-SE, façam suas listas e entrem em contato. Quanto mais cedo as encomendas/compras forem feitas, melhor.
 
 
 
 
Algumas dicas, já TESTADAS e APROVADAS...
 
 
ATELIÊ FLOR DE PANO - http://www.atelieflordepano.com.br/
 
 
 
 
VIVI ART'S BONECAS DE PANO - http://www.viviartsbonecasdepano.com/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs.: Para os que desejarem divulgar os seus trabalhos, deixem os contatos no campo "comentários" que, estando de acordo com a lista publicada, farei as indicações, sem custo algum. Aguardando...
 
 
 
 
 
 
Fonte imagens: INTERNET


15/09/2013

"ÀS PORTAS DO NATAL"



Ainda estamos em setembro!! Para que a pressa!?




Durante a semana, na fila da farmácia, num dos meus momentos de mãe, outra cliente quis saber em que data estávamos. Identificando-me com aquele branco temporário, prontamente respondi. Veio a sua surpresa: "Meus Deu, já são 9 de setembro!? Estamos às portas do Natal!!" E assim, voltou para os seus pensamentos, deixando-me completamente abalada com a notícia. Help, que será das minhas metas!?
Lembrei de pessoas que, desejando mudanças nos seus espaços, pelas demandas da vida, ainda não conseguiram enfrentar a tarefa. Tratando, especificamente, de ORGANIZAÇÃO RESIDENCIAL, asseguro-lhes que ainda existe tempo hábil para aquelas transformações planejadas, visando os festejos de final do ano. Seja o "bom velhinho" ou um parente distante querido, nada como recebê-los com organização... 
 
 


 
Cuidado!! Imagens fortes...




Mas como é que tudo funciona!? Trata-se de uma ação rápida, objetiva e acima de tudo barata, na área de Arquitetura de Interiores, onde garantimos mudar a cara do seu espaço em muito pouco tempo. As mudanças podem compreender: remanejamento e reciclagem de móveis existentes, pequenos serviços em elétrica/hidráulica/marcenaria/pintura, organização, indo até a arrumação otimizada dos armários. O orçamento será fornecido após vistoria e levantamento das necessidades.
Como já entendi que existe um certo constrangimento por parte da maioria dos clientes (ainda que muito satisfeitos!!) em mostrar o "antes" das suas realidades, garimpei algumas imagens esclarecedoras na internet para ilustrar essa orientação. Com a experiência adquirida, nas muitas horas de pura ação, posso assegurar-lhes que não existe caso sem jeito. Dispondo apenas de um pouco de coragem para começar, logo os benefícios da organização passarão a fazer parte dessas muitas rotinas...





Seja no quarto...



...na suíte das crianças...



...no depósito...



... ou mesmo, onde ninguém lembra o que era antes!!




Com um pouco de planejamento e muita ação, a ideia é atuar diretamente na melhoria dessas rotinas, racionalizando, modificando e devolvendo espaços úteis, antes ocupados pela bagunça. Ainda que já estejamos em setembro, o ARQUITETANDO POR AÍ está à disposição de todos para enfrentarmos as mudanças juntos. Vamos encarar!?

 
 

 
http://organizingdenver.com/beforeafter.html


 


Fonte Imagens: INTERNET
 

23/12/2012

SOLIDARIEDADE



Então é NATAL...




A MOÇA DO CARRO AZUL




Era a semana que antecedia o Natal. Os carros entupiam as ruas, todos querendo aproveitar um sinal verde, uma vaga para estacionar, chegar mais cedo ao shopping. Eu era apenas mais uma no trânsito, quase sem olhar para os lados, concentrada em alguma tarefa inadiável. Mas de repente o que era movimento e pressa à minha volta parou.

Estava fazendo o retorno numa grande avenida quando passou por mim um carro azul com uma moça na direção. O vidro dela estava aberto e ela não parecia ter nada a esconder: chorava. Não um choro à toa. Ela chorava por uma dor aguda, uma dor de respeito, era um transbordamento. Passou reto por mim e eu concluí meu retorno, e quis o destino que a próxima sinaleira fechasse e alinhasse nossos dois carros, eu ao volante do meu, atônita, ela ao volante do dela, desmoronando.      

Eu deveria ter ficado na minha, mas era quase Natal, e quase todos estão tão sós, quase ninguém se importa com os outros, e antes que trocasse o sinal, abri a janela do meu co-piloto - sem nenhum co-piloto - e perguntei: "Você precisa de ajuda?".      

Ela estava com a cabeça apoiada no encosto do banco, olhando em frente pro nada, chorando ainda. Então virou a cabeça lentamente para mim - pensei que iria dizer para eu me preocupar com a minha vida - e disse serenamente: "Já vai passar". E quase sorriu.      

Eu respondi "fica bem", fechei o vidro e avancei meu carro um pouquinho pra frente, para desalinhar com o dela e deixá-la livre dos meus olhos e da minha atenção.      

Passei o resto do trajeto tentando adivinhar se ela havia rompido uma relação de amor, se havia perdido um filho recentemente, se havia recebido o diagnóstico de uma doença grave, se havia discutido com o marido, se estava com saudades de alguém, se estava ouvindo uma música que a fazia lembrar de uma época terrível - ou sensacional. O que a fazia chorar quase ao meio-dia, numa avenida tão movimentada, sem nem mesmo colocar óculos escuros ou fechar o vidro? Que desespero era aquele sem pudor e por isso mesmo tão intenso?      

Garota, desculpe invadir com minha voz a sua tristeza. Era quase Natal e eu não aguentei ver você naquele quase deserto, num universo à parte, incompatível com a quase euforia com que recebemos as viradas, as mudanças, a esperança de olhos mais secos. Faz uma semana, lembra? E agora falta quase nada pra gente abraçar a ilusão de que tudo vai ser novo. Que seja mesmo, especialmente pra você. Feliz 2006.



Martha Medeiros - Jornal Zero Hora - 28/12/2005
 
 
 
Diante dos recentes dias caóticos que temos vivido individualmente, nada mais possível de presenciar que a cena descrita por Martha, há exatos sete anos. Ficção ou verdade? Nunca saberemos! São os finais de mundo particulares. Passado o dia 21/12/12, declarei à uma amiga muito especial não acreditar em final com data marcada. Na verdade, são tantos os "finais de mundo" que enfrentamos ao longo da vida, quando não temos outra alternativa senão reconstrui-los o mais rápido possível, que caso isso venha a acontecer, será devastador, rápido e, acima de tudo, surpreendente. Às vésperas do NATAL, testemunha de vários "finais de mundo" alheios recentes, uma dúvida continuará a incomodar: qual a razão do espírito natalino aflorar, para a grande maioria, só nessa época do ano? Acreditando que viver sempre será um trabalho de equipe, imagino como poderíamos transformar as nossas rotinas distribuindo esse "espírito", hoje concentrado em apenas um mês, ao longo do ano. Estar atento ao outro, pode ser um bom começo nessa importante REORGANIZAÇÃO....
 
 
 
 
Fonte imagem - INTERNET